quinta-feira, agosto 07, 2014

Tome um cappuccino com chantilly

Postado por Elisandro Borges



Se um dia você precisar de uma voz camarada pra te confortar ou um abraço grátis e não tiver ninguém pra fazer isso por você, não se desespere...
Tome um cappuccino com chantilly.

Se um dia você não souber pra onde ir e sentir um nó na garganta, não se desanime, ainda existe chance...
Tome um cappuccino com chantilly.

Se um dia você tiver que começar tudo do zero de novo, e ficar com medo do que vai ser amanhã, não se esqueça...
Tome um cappuccino com chantilly.

E se um dia você procurar respostas pra tudo, desista, isso não vai acontecer...
Tome um cappuccino com chantilly.

Ouvindo em loop: Starsailor - Four To The Floor

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quinta-feira, julho 31, 2014

Starsailor - Fidelity

Postado por Elisandro Borges

De cara eu não me acostumei com a voz... Starsailor é a banda. Acabei de conhecer e descobri que acabou em 2009. Mas alguma coisa aconteceu nessa música Fidelity. E quando vem o refrão "This is my head... (guitarra: tchan tchan tchan tchan tchan tchan) you're in my world (guitarra: tchan tchan tchan tchan tchan tchan) and there's no one (guitarra: tchan tchan tchan tchan tchan tchan) but you girl (guitarra: tchan tchan tchan tchan tchan tchan). Não teve pra ninguém. Fiquei embriagado, senti aquela tonturazinha gostosa, liguei o som no máximo dentro do fone, e me perdi na música às 03:14 da madrugada de quarta para quinta. Perdi o emprego e também a noção do tempo. Às vezes esqueço que existe dia e noite, às vezes parece a mesma coisa se eu me trancar em um quarto escuro. A vida dá medo tem hora. Mas a gente finge que é forte e faz cara de delegado griladão. Queria não ter que sentir qualquer tipo de angústia e seguir tranquilo. Acontece que a fase de criança passou há muito tempo. Agora aguenta!

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quinta-feira, julho 17, 2014

Minha casa vai ser poesia

Postado por Elisandro Borges

Quero fazer minha casa parecer poesia
Quero fazer dela o meu espaço sagrado, minha diversão
Nas paredes vou deixar traços, lembranças ou imaginação
E quem vier me visitar vai se perder em um sonho
Não vai querer sair, nem se esquecer
De que um dia esteve em um lugar tão cheio de vida
E vou querer levar minha casa pra onde eu for
Porque somos inseparáveis, estamos um dentro do outro
Pra além dessa vida, pro resto dessa existência
E onde eu estiver, lá minha casa vai estar
Como música boa que dura pra sempre
E se a vida por desvio me levar ao chão
Posso até cair, mas não me prosto, nem desisto
Porque sempre vai existir algum recomeço

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segunda-feira, junho 23, 2014

A chegada dos ponteiros

Postado por Elisandro Borges

São 3:45 da manhã de domingo pra segunda. O trabalho espera a chegada dos ponteiros e desrespeita a sua inconsequência. Agora acredito que reler o passado traz alguma esperança de um presente melhor, porque o futuro nem sei se existe. Não é fácil existir nesse mundo. Vejo famílias se desentendendo, colegas de trabalho que rompem os bons costumes... E meu filho está crescendo aos poucos, tão inocente, puro e alegre nos seus primeiros contatos com o mundo. A nossa essência mais nobre vai se perdendo ao longo da infância, porque ganhamos a vida e ela não deve nos ganhar em certas situações, mas sempre ganha. Temos a chance de dizer que escolhemos os nossos passos, e a obrigação de assumir que somos os culpados ou merecedores. A manhã chega sem dúvida. Começa para uns e acaba para outros. Não sou eu quem escreve essas linhas, é um personagem da minha imaginação. Uma ficção do que acontece lá fora. Na realidade, todos somos o início, o decorrer e a conclusão. Às vezes o filme acaba sem sentido completo, só fica uma deixa. E é assim que vivemos um dia após o outro... devagar e sempre até o fim.

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Filme Completo: O Substituto (Legendado)

Postado por Elisandro Borges

"Todos nós precisamos de algo para nos distrair da complexidade e da realidade. Mais ou menos como pensar de onde veio... ninguém quer pensar na luta que é para tornar-se alguém que fuja do mar de medo, dor, que todos temos que fugir. (...) Temos a responsabilidade de guiar nossos jovens para que eles não terminem se desintegrando. Caindo no esquecimento. Tornando-se insignificantes."

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